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Tedioso desespero

Novembro 26, 2008

O que é saber?

Sei que não só é sensação, sei que não é só o pensar, nem lado de dentro da caverna nem o de fora.

Regurgito de metáforas, enjôo de rebuscamento. Desce um copo de tautologia…há pedi errado, de tautogoria..

As coisas não falam por si só e quem sou eu para dizer o que elas falam..

O indivíduo é o meio termo mas não é a medida de todas as coisas, graças aos deuses.

Tenho asco da dialética, odeio fórmulas milagrosas. As favas sua contradição, e o complemento?

“Conhecer é opor” para quem gosta de um puxão mais bem dado nas cordas que rasgam nossos pulsos.

Aperte..aperte mais..mais..ma..hh..

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Cansaço

Final de semestre não merece anistia..

pff

Mereço um sequestro, com trilha sonora intensamente vazia.

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Flores em brasa

Outubro 28, 2008

Conhecimento obtêm-se pela experiência, dialética objetiva-subjetiva, cicatriz que se expõe na epiderme da alma.

                                                                                                                                                                 Ciência obsessivamente abre ferida quado já era marca.  Saber é tê-las sem observá-las.                                                                                                                                                                         O caminho de flores é o do meio.                                         

Liminaridade criadora de uma instância dual,                                                                                                                                                  Dor é aprendizado.              Feridas de um cão livre.

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Líquido amniótico

Outubro 26, 2008

Para responder uma pergunta.
É como um pensamento, possui diversas ferramentas, tem-se um objetivo,
e para chegar a ele, passamos por diversas categorias, cada um dando
um toque, uma pincelada, trazendo cores, nuances, formas, dando vida,
preenchendo de significado, de percepções, lógicas.

Amarrando o ser-idéia em estágio embrionário, tem em seus ossos as cordas, os tendões que dão estrutura, estabilidade para seu constructo, ligando-o, amarrando em outros tantos, alguns no mesmo nível, outros em outros níveis de desenvolvimento, pertencentes a outros tantos acúmulos de tempo/espaço, de categorias   …….. …… …..   ……. …  . . . .. …. ….. .         .   .                                  .

a releitura é o processo xamanístico de contar mitos, de conduzir ao
primórdio dos tempos, a aurora das esferas da manhã, ao laranja único,
do momento da inversão dos polos, do crepúsculo à aurora; te relembra………. …………platão                                         recarga de energias..
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Por isso ando tão indecisa, intuição afetada.. Lua, de esfumaçada foi entorpecedoramente para ofuscante. Todos os caminhos são nobres, todos conduzem à possiblidade.. me pûs em tratamento de choque para entender o que estava acontecendo..só andava por aí com uma perspectiva de vida.. pré-conceitos que mexem em seus glóbulos oculares naquela pulsão que ascende do círculo ao redor de seus seios até o topo de sua garganta.. lascinante por um instante. aperta.. e solta.. tao rápido;

um espeto elétrico de carne com fibras de cipó

perspectiva. Andei a libertar-me um tanto, mas isso me rodou em uma quinfurcação de bera de terra. agora salto, de uma vitoria-régia a outra sem saber, me sentindo ardentemente confortável assim que aterrisso.. aos poucos a flor começa a afundar sob as águas com meu peso..salto novamente, rodopio em quadros lentos, mas não antes de receber o respingar da negra fluidez sob a qual todo o contorno está.

bup

lup

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Verdade

Outubro 11, 2008

Mito, repetição, repetir palavras em frases varias e varias vezes para se aproximar mais do que o seu eu-eu esta dizendo, ou melhor, do que vc não conscientemente, mas o mais extremo do subjetivo possível, A sua subjetividade, diz. Soa como verdadeiro, como a chave da verdade, busca da verdade, conhece a ti mesmo, através disso, quem tem ouvidos para ouvir que ouça, é possível conhecer de fato.de fato? Fato. Fato. Fato. Tato. Mato. Lato. Chato. Pato. Ato. Lato. Necessidade de uma academia mais solta, impossível encontrar a verdade metodicamente, ela vem por si só. Daí minha histórica dificuldade em escrever, e sempre me diziam “Mas você?! Você fala tão bem!” então tive um incrível professor de redação particular que me disse para pensar tudo sobre o tema, escrever tudo que me viesse a mente, sem querer ele me ensinava a única função não-desviativa do caminho que a escrita, e as palavras podem ter. IMPOSSIBILIDADE de fazermos ciência sem subjetividade!! Que grande falácia! A subjetividade é a verdade. A subjetividade é a verdade. A subjetividade e a verdade. Tema de mestrado hein. Nunca olhe para trás no que você escreveu, desenhou, quando você fizer isso, você está matando o pato. O ganso, a ave em geral. Acadêmico, acadêmico… morto, você quer dizer. O pato esta morto. Não existem parágrafos! Tudo é um discurso que corre, em que você vai associando as coisas sempre comparando com o seu repertorio,  la vai conceito! Antes de pensar ‘repertório’ eu senti um monte de coisas, de micro-pensamentos/sensações que se uniram e gritaram “acho que juntos significamos repertório” que nem aquele lance do durkheim, um individuo + um individuo não é = sociedade, ela e uma terceeira coisa. Então na real o que temos que fazer eh voltar a olhar pro individuo, em todas as instancias, na do pensamento isso significa a morte dos conceitos! Morte aos conceitos!!! Morte as abstrações!!! Viva o real!! Viva o Brasil!

Não olhe, não volte, não morra.

Acho que é fim.

Assinado,

Caminho da interdisciplinalidade de fato, pato, lato. Alves da souza rocha moreira bragão.

Deixe o devenir vir, flua como liquido espesso azul escuro transparente. Poesia barata de sensibilização pós virada de noite de whisky ainda mais barato, mas caro.